MPE diz que policiais federais de Goiás se recusaram a prender empresários bolsonaristas

O Ministério Público Eleitoral (MPE) acusa servidores da Polícia Federal de Goiás de terem se recusado a cumprir diligências que resultariam na prisão em flagrante de empresários bolsonaristas suspeitos de crimes eleitorais, como propaganda irregular, boca de urna e aliciamento de eleitores. 


Segundo o MPE, os empresários que fizeram ação promocional como ‘picanha mito’ a R$ 22 e o anúncio em jornal de uma caminhonete a R$ 222.222,22, cometeram crime durante o pleito de 2022.

A da recusa de cumprir ordens ilegais, a Procuradoria Regional Eleitoral de Goiás enviou uma representação à Corregedoria da PF em Brasília para apurar suspeitas de infrações funcionais por parte dos policiais envolvidos.

Procurada, a Superintendência da PF em Goiás afirmou que recebeu os pedidos de investigação da Procuradoria e realizou diligências, mas não comentou a acusação aos policiais: “Uma vez que a investigação esteja em curso, neste momento, ficamos impossibilitados de fornecer pormenores e ou detalhes sobres os referidos expedientes”, justificou.

*Com informações do O Globo


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