O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta quarta-feira (4) que o atual governo brasileiro mantém relações com “terroristas” e prometeu retomar uma postura de aproximação com Israel caso seja eleito em 2026. As declarações foram feitas em entrevista ao portal Visegrád 24.
“O Brasil voltará a ter um presidente que é amigo de Israel, que vai abrir as portas do país para grandes parcerias. Porque, muito infelizmente, o Brasil tem um presidente da República que apoia terroristas que é persona non grata em Israel. E isso vai mudar a partir de 2027”, declarou Flávio.
O senador ainda criticou duramente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), dizendo que ele é “idolatrado por marginais perigosos dentro das cadeiras”. Segundo Flávio, seu governo adotaria uma política inspirada em El Salvador, com combate rigoroso à criminalidade e construção de novos presídios: “Vamos tratar marginais perigosos com o rigor da lei e a construção de muitos presídios”.
Flávio Bolsonaro também atacou o Supremo Tribunal Federal, afirmando que a Corte está “aparelhada pelo Lula” e citando as indicações de Flávio Dino, ex-ministro da Justiça, e Cristiano Zanin, ex-advogado do presidente. “Eles participaram da farsa que condenou o presidente Bolsonaro”, disse. O senador garantiu ainda que pretende reverter a situação: “Ele [Bolsonaro] foi condenado pelos seus próprios inimigos, e isso vai mudar em 2027, porque tenho certeza que Lula não será mais o presidente do Brasil”