sexta-feira (12/5), a defesa de Anderson Torres comentou a soltura do ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública de Bolsonaro.
Anderson Torres estava preso desde 14 de janeiro por suposta omissão nos atos do dia 8 de janeiro, em Brasília.
Em entrevista coletiva, o advogado Eumar Novacki criticou os atos de 8 de janeiro. Ele os chamou de “odiosos” e de “baderna”.
Novacki também descartou a possibilidade de Anderson Torres fechar um acordo de delação premiada.
“Não existe essa possibilidade de delação. O que o Anderson vai fazer é cooperar para que se esclareça o mais breve possível os fatos que levaram àqueles odiosos atos de 8 de janeiro”, afirmou o advogado.
Novacki também elogiou as decisões do STF para “frear” a escalada de violência contra as instituições.
“Não podemos aceitar mais esse tipo de manifestação, que viola o estado democrático de direito, é inadmissível, causaram revolta aqueles atos de 8 de janeiro”, afirmou o advogado.
Torres deixou a prisão na noite de quinta-feira (11/5) após decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes.