O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou que a PF (Polícia Federal) realizasse busca e apreensão no gabinete do deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ) após orientação da PGR (Procuradoria-Geral da República). Ele foi preso neste domingo (24), suspeito de ser um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco.
Moraes escreveu que não há indícios de que Chiquinho utilizou o gabinete para armazenar possíveis provas. “Não há, no presente momento, demonstração razoável de que o investigado João Francisco Inácio Brazão estaria aproveitando-se do exercício das funções parlamentares para, após 6 anos do crime, guardar ou depositar provas na Casa Parlamentar”.
A PGR ressaltou que seria necessário acompanhamento da Polícia Legislativa. “Não constam dos autos informações de que haverá cooperação da Polícia Legislativa na execução da medida, o que pode gerar atritos interinstitucionais evitáveis”.
Moraes negou busca no gabinete de Chiquinho
