O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pôs fim às especulações sobre uma possível aliança para ocupar o posto de vice na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). Em agenda oficial no estado nesta segunda-feira (12), o mineiro ratificou que sua prioridade é a cabeça de chapa na disputa presidencial de 2026.
Zema enfatizou que o projeto nacional de seu partido, lançado oficialmente em agosto do ano passado, permanece inalterado. “Eu sou pré-candidato (à Presidência), como já aconteceu o lançamento no ano passado e continuo com a pré-candidatura e irei até o final”, declarou o governador à imprensa mineira.
Fragmentação na direita
A declaração de Zema ocorre em um momento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro tenta consolidar o nome de seu filho, Flávio, como o principal representante do campo conservador nas urnas. Apesar da recusa em ser vice, Zema afirmou apoiar a mobilização da direita, embora mantenha críticas contundentes ao Partido dos Trabalhadores (PT) e à atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O cenário na ala conservadora, no entanto, ainda carece de uma unidade. Além de Zema e Flávio Bolsonaro, outros nomes de peso já se posicionaram para a sucessão presidencial:
- Ronaldo Caiado (União Brasil): Governador de Goiás.
- Ratinho Júnior (PSD): Governador do Paraná.