Augusto Aras, procurador-geral da República, na quarta-feira (26/01), classificou o documento que acusa o presidente Bolsonaro de “alinhamento” com o procurador.
Em nota institucional, Aras, classifica o documento como uma “tentativa irresponsável” de ataque e disse que exerce um cargo “de natureza jurídica, e não de viés político”.
Aras também afirma que os argumentos da ONG são “ultrapassados” e que a entidade presta um “desserviço à população”.
“Ao contrário do que afirmam os autores do estudo, não existe ‘alinhamento sistemático do procurador-geral da República, Augusto Aras, com o presidente da República’, mas sim um trabalho que respeita a Constituição, as leis, o devido processo legal e não pratica a exploração midiática de casos em apuração”, destacou a Revista Oeste.
A publicação da Transparência Internacional, disponibilizada na quarta-feira ao público, diz que houve uma “retração histórica” da Procuradoria-Geral da República no controle dos atos do governo.
O relatório é conduzido por pesquisadores do Direito, Economia e Ciências Políticas, o relatório é publicado anualmente pela Transparência Internacional e traz considerações sobre o trabalho do Executivo, do Congresso, do Judiciário e do Ministério Público Federal.
*Com informações da Revista Oeste.