Lula registrou o seu plano de governo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as eleições deste ano. O documento traz alguns detalhes de como os petistas planejam configurar a administração na questão econômica.
Entre os absurdos colocados no documento, na parte de economia, o descondenado diz que vai revisar o teto de gastos. A medida garantiu a saúde econômica do país desde o impeachment de Dilma Rousseff.
“Vamos recolocar os pobres e os trabalhadores no Orçamento. Para isso, é preciso revogar o teto de gastos e rever o atual regime fiscal brasileiro, atualmente disfuncional e sem credibilidade”, diz o texto do plano de governo de Lula.
O presidente Jair Bolsonaro não precisou revogar o teto de gastos para garantir auxílios e benefícios. As estatais geraram lucros altíssimos. Bastou fechar a torneira da corrupção e acabar com os cabides de emprego.
O planejamento econômico do PT fala em viabilizar “um novo regime fiscal”, que “possua flexibilidade e garanta a atuação anticíclica”, ou seja, que permita ao governo federal elevar os gastos públicos com o objetivo de corromper, desviar dinheiro e lesar a população.
Ainda segundo o plano de governo, esse novo regime fiscal vai estar “vinculado à criação de uma estrutura tributária mais simples e progressiva”, que incluirá o pagamento de mais impostos pelo que o documento classifica como “super-ricos”, estimulando a diminuição de investimento estrangeiro no país e viabilizando a fuga de capital para países que não adotam a taxação de grandes fortunas.
Colocar o Lula no poder é permitir a volta da fome, do roubo, dos cabides de emprego e da corrupção.