Nesta quinta-feira (13/10), a ministra do STJ, disse que considera assim como o MPF, eventual decretação de prisão preventiva.
A magistrada justificou seu voto sobre o afastamento do governador de Alagoas, Paulo Dantas, alegando que “deixou de acolher a representação policial por prisões preventivas ou temporárias” no caso.
De acordo com ela, seu entendimento é o mesmo do MPF, que considera eventual decretação de prisão preventiva “para a sequência da persecução”.
“As medidas cautelares diversas da prisão, requeridas em caráter subsidiário… , por ora, parecem atender bem a necessidade de estancar a atuação da organização criminosa, proteger o patrimônio público, assegurar a colheita de elementos de prova para o inquérito e evitar interferências indevidas”, disse.
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça segue julgando se manterá a decisão liminar da ministra Laurita Vaz que afastou Paulo Dantas na última terça (11/10) a pedido da Polícia Federal e com concordância do Ministério Público Federal, como prevê o sistema acusatório brasileiro.
Importante lembrar que, Dantas é investigado pela PF e MPF acusado de liderar esquema de corrupção, com uso de “rachadinha” e servidores fantasmas na Assembleia Legislativa de Alagoas.