Não é só a Justiça brasileira que é lerda e um pouco relapsa. O tribunal francês levou sete anos para condenar, à prisão perpétua, o único sobrevivente do grupo militante islâmico que matou 130 pessoas em 13 de novembro de 2015. Foi uma verdadeira carnificina.


Salah Abdeslam foi considerado culpado de terrorismo, sem possibilidade de ser solto, em sentença aplicada apenas quatro vezes anteriormente na França. Ele havia dito que era um “soldado” do Estado Islâmico, que reivindicou responsabilidade pelos ataques.

Depois, ele pediu desculpas às vítimas e afirmou, durante o julgamento, que havia decidido no último minuto não detonar seu colete explosivo. Mas, com base nas investigações e nas audiências, o tribunal concluiu que isso não é verdade.

“A corte considerou que houve um defeito no colete explosivo”, disse o juiz Jean-Louis Peries. Abdeslam é “culpado de ser membro de uma rede terrorista”, acrescentou.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

x