Ser de direita e ser perseguido e censurado ou da esquerda e não responder pelos seus atos? O Judiciário estimula a violência, o ódio e a baderna em nome de uma revolução.
Dizem que o Brasil foi ‘redemocratizado’ em 1985, com o fim do Regime Militar. Esperava-se um país totalmente livre, com liberdade de expressão e cultural.
Mas parece que estamos vivendo em uma espécie de realidade-paralela. Desde que o país saiu das mãos dos militares que negligenciaram a área da educação e cultura, deixando um solo fértil para os comunistas, a esquerda vem crescendo e tomando formas assustadoras de censura.
A censura é um Cérbero. Enquanto engole um, observa o outro. O outro que está comemorando as big techs excluindo posts e perfis, comemorando a prisão de jornalistas, deputados e os inquéritos sigilosos dos sinistros da Suprema Corte que findaram a liberdade no país.
A esquerda, entorpecida pela beleza de Medusa, não percebem que estão petrificados e são incapazes de entender que a mesma censura que nos bate a porta, logo baterá na porta deles e, quando a água atinge os glúteos, não tem seios a mostra na avenida Paulista, que resolva.
O que sobra nesse manicômio travestido de país é a ‘liberdade’ de usar máscaras, trancados em casa sem emprego, pagar altos impostos, tomar vacina sem os testes adequados, receber auxílios governamentais e calar a boca. Se curvar. Obedecer. Ajoelhar.
Tal como ratos de laboratório, estamos aprisionados e confortáveis por servimos para algum experimento moderno de Skinner. Comporte-se e ganhe comida. Uma remodelagem dos nossos pensamentos e comportamento.
A democracia foi destruída em nome da democracia, e a liberdade foi banida em nome da defesa da liberdade. Hoje cala-se um deputado. Amanhã podem calar um pastor, um padre ou um líder religioso por pregar demais. Reuniões de cunho político realizados por conservadores também serão criminalizadas. Teremos nossas casas invadidas em nome da Ordem Democrática de Direito uma vez que estamos sendo caracterizados como inimigos da democracia por aqueles que defendem a ditadura.
Logo teremos campos de reeducação, tal como os da China ou da antiga União Soviética, os Gulags, que terão como objetivo nos reeducar para convivermos em sociedade.
A Câmara, que deveria defender a nossa liberdade, se ajoelhou para o STF e deixou bem claro quem é quem realmente manda no Brasil. Nossa liberdade foi sepultada por rabos presos e afeitos a tirania. Os admiradores de Stalin, Lenin, Mao Tsé Tung, Maduro, Chaves… determinaram o futuro da nação. A liberdade jaz sob as lamuriosas reclamações dos que a apreciam.
Em fevereiro de 2021 nasceu a censura. Foi chancelada a ditadura da toga e como dizia Rui Barbosa, a pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer.
Luiz Fux atreveu-se a dizer que a sociedade não está preparada para uma carta de alforria. Gilmar Mendes, afirmou que cabe a eles – os 11 ministros que não foram eleitos pelo povo – fazer um bom governo. Já Luís Roberto Barroso, por meio das redes sociais, mandou um recado claro: ‘Livro para o final de semana – 1984 de George Orwell’. Ou seja, da distopia para a realidade. Uma nova realidade tirânica.
Conchavos que acabaram com a independência entre os dois poderes – legislativo e Judiciário – sob o manto de “alinhamento”. Alinhamento? Contra o povo? Explique-se Pacheco.
Transformaram o país em uma grande peça de William Shakespeare. Traições, perseguições, mentiras… mortes. Ou tentativa de assassinatos. Ser ou não, eis a questão.
Viver como Daniel Silveira ou como Lula? Ser caçado ou descondenado?
Em uma versão tupiniquim será: Direita ou Esquerda. Quero ser censurado ou jogar futebol com a réplica da cabeça do presidente. Eis a questão?
Quero ter o “passe da liberdade” e ofender pessoas em ônibus, queimar estatuas, incendiar pontos de ônibus e agencias bancárias e agredir a PM sem responder na forma da Lei ou ser perseguido e preso apenas por dar opinião na internet?
Justiça vilipendiada, cansada. Estuprada. Apanhou tanto que ficou caolha. Não viu a representante do Judiciário do Maranhão, esfaqueando um boneco do presidente da República, estimulando o ódio e a violência. Mas, viu o jornalista, opinar nas redes sociais pedindo o impeachment dos ministros.
Coitada da Constituição. Agoniza. Está em vias de sucumbir. Tratada como escrava, pelas mãos de quem prometeu lhe cuidar com amor e proteção. Clássico caso de tráfico humano. Neste caso, tráfico da ética, da moral… Da democracia.
O momento de reação é agora. É 2022. É Jair ou Já era. Você escolhe.