Para os políticos não há fome no país. Serão empenhados quase R$ 134 milhões para as campanhas presidenciais, R$ 3 milhões para deputados federais e um pouco mais de R$ 1 milhão para deputados estaduais.
No primeiro turno, os candidatos à Presidência poderão gastar até R$ 88.944.030,80. No segundo turno, vai haver um acréscimo de R$ 44.472.015,40.
O Partido dos Trabalhadores (PT), conhecido pelos gastos incontroláveis com o dinheiro público, reservou R$ 130 milhões para serem usados na campanha do descondenado nas eleições presidenciais de 2022. Essa quantia a 26% do Fundo Eleitoral da legenda para as eleições de 2022.
A verba é cerca de 30 vezes maior que os pouco mais de R$ 4 milhões utilizados por Jair Bolsonaro para ser eleito presidente em 2018.
Isso é um soco na cara do brasileiro que trabalha para pagar os privilégios que a elite política desfruta, enquanto mal tem um ovo para alimentar a sua família.
O povo terá que pagar pela campanha de diversos corruptos e chefes de facções que drenam o erário para benefícios pessoais.
Já para os cargos de governador e senador, o limite varia de acordo com o eleitorado de cada Estado.
Por exemplo, o Estado de São Paulo, que está em colapso econômico por causa da gestão criminosa de João Doria, tem o maior teto para as campanhas ao governo. Cada candidato terá a sua disposição o limite de R$ 26.683.209,24 no primeiro turno e de R$ 13.341.604,62 no segundo turno, se for necessário.
É uma afronta com o pagador de impostos ter que sustentar a classe política com todos os penduricalhos que lhes é de direito (e sem nenhum dever) e ainda bancar campanhas milionárias, quando sequer tem dinheiro para comprar remédios.