Jornalista americano diz que ‘zombar da morte de anti-vacinas é macabro e necessário”

O jornalista, Michael Hiltzik, ganhador do prêmio Pulitez e, colunista do LA Times, comemorou a morte da promotora Kelly Ernby. A promotora era contra a vacinação obrigatória.

Hiltzik ainda defendeu a necessidade de zombar e até comemorar a morte de pessoas que questionam a segurança e os efeitos adversos a longo prazo das picadas experimentais contra a peste chinesa. As informações são do site Senso Incomum.

“Por um lado, uma marca registrada do pensamento civilizado é a sensação de que toda vida é preciosa”, escreve ele. “Por outro lado, aqueles que deliberadamente desrespeitaram os conselhos médicos sóbrios recusando uma vacina conhecida por reduzir o risco de doenças graves do vírus, incluindo o risco para outras pessoas, e acabam no hospital ou no túmulo podem ser vistos apenas como recebendo o que mereceram.”

“Pode não haver outra maneira de garantir que as lições desses momentos de ensino sejam ouvidas”, argumentou Hiltzik.

O jornalista já teve uma posição “anti-vax”. Em 2020, quando Donald Trump anunciou que sua administração pretendia aprovar rapidamente uma vacina contra a peste, Hiltzik escreveu:

“Aqui está um conselho mais sensato sobre como você deve reagir à pressão do governo para a rápida aprovação de uma vacina: tenha medo. Tenha muito medo.”

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