Quem pensou que o passaporte sanitário tinha sido banido, ledo engano.
Um grupo de professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) uniu forças através do movimento Professores Livres pelo Brasil (PROLIVRES) contra as imposições ditatoriais dentro das faculdades federais através da Carta-Manifesto Contra o Ativismo Vacinal e Segregacionismo Sanitário nas Universidades Públicas do Brasil. Pela Liberdade e Garantia dos Direitos Fundamentais da Constituição Federal
O que anda assombrando os alunos e pais é a obrigatoriedade do passaporte sanitário aos alunos que ingressarem no próximo semestre, devendo expor em QR Code no Portal do Aluno, como um carimbo, de que foi vacinado contra o vírus chinês. E quem tem o passaporte não poderá exercer o direito de estudar?
Muitos dos alunos estão desesperados atrás de recursos judiciais e médicos para não serem submetidos ao líquido milagroso, pois não sentem-se seguros com a vacina que ainda não teve sei tempo de estudos pré-clinicos publicados, pois como afirmou De Wong (in memoriam) esse estudo leva de 5 a 10 anos para se confirmar. Mesmo com esse alerta médico, milhares de pessoas no mundo optaram por inocularem algo sem saber o que de fato ocorre no organismo. Sabemos que muitos dos vacinados foram infectados e infectaram, logo, a imunização falhou para muitos.
O tema central dessa manchete é que busquemos nos posicionar diante das obrigatoriedades de passaportes. No Instagram do Vista Pátria @vistapatria há um vídeo explicando como ocorreu a história dos passaportes numa das épocas mais obscuras de nossa história, o nazismo e como foi o processo de segregação que trouxe o extermínio como resultado.
Apoiamos a medida do movimento PROLIVRES por ser um ato que confere com o art 5° de nossa Constituição Federal, que diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes;”. Inciso II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.
Confiram a carta promovida pelo PROLIVRES do qual tem meu total apoio desde o início e entendam a urgência de unirmos forças contra a segregação que precede o extermínio, assim como consta no livro “IBM E O HOLOCAUSTO”, Edwin Black.