A defesa de Daniel Silveira identificou algumas anormalidades na tornozeleira eletrônica do parlamentar. O equipamento foi colocado na última sexta-feira (01/04) e, segundo o advogado Paulo Faria, ela está apresentando comportamentos “estranho”.
Faria pediu ao ministro Alexandre de Moraes, na noite de domingo (03/04), a imediata substituição do equipamento de monitoramento e que ele seja enviado a perícia em qualquer estado. O advogado pede, na petição, que a perícia não seja feita nos estados do Rio de Janeiro e Brasília.
A razão deste pedido é que, de acordo com Faria, “fatos pretéritos” colocam em dúvidas “a imparcialidade do órgão nessas cidades”.
Um dos quesitos exigidos pela defesa é que a substituição deverá ser acompanhada pelo advogado e a integridade, bem como os sensores e lacres, serão minuciosamente inspecionadas.
Motivo
O parlamentar relatou que o aparelho tem uma espécie de “vida própria”, onde faz “ruídos estranhos” e algumas “vibrações”. Sua preocupação é que, como a tornozeleira foi colocada pela equipe do Distrito Federal, ela possa ter sofrido algum tipo de violação e, aportar, por exemplo, uma escuta para monitorar o deputado.
Fatos passados
A Polícia Federal (PF) que atuou anteriormente nas prisões contra o deputado, plantaram provas e manipularam informações, já provadas e desmentidas por Paulo Faria.
Uma das manipulações foi a alegação que o parlamentar, lesionado e de muletas, pulou um muro com mais de 5 metros de altura. A câmera de segurança da casa de Silveira provou que é mentira.
Outra mentira foi a violação da tornozeleira que ensejou na última prisão. Em laudo posterior, foi comprovado que nunca houve essa violação.







