Bolsonaro indica Morgana de Almeida Richa para ministra do TST

O presidente Jair Bolsonaro indicou a desembargadora Morgana de Almeida Richa para a vaga de ministra do Tribunal Superior do Trabalho. O nome foi publicado no Diário Oficial da União.

Richa exercia cargo de juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, em Curitiba, Paraná.

Durante a sabatina na CCJ, ela prometeu adotar como norte de sua atuação no tribunal a pacificação social e a defesa da segurança jurídica, a partir da ponderação e do diálogo.

Ela vai assumir o lugar do ministro Walmir Oliveira da Costa, que morreu em decorrência das complicações da Covid-19, em abril deste ano. O magistrado, de 63 anos, já havia perdido o irmão para a doença.

O chefe do executivo no mês passado, indicou o nome de Morgana a partir de uma lista tríplice composta ainda por Sérgio Pinto Martins, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, e Paulo Régis Machado Botelho, do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região.

Logo em seguida, o nome da magistrada foi aprovado pelo Senado em novembro deste ano, por 56 votos a favor, 4 contrários e duas abstenções.

A desembargadora é casada com José Richa Filho, o Pepe Richa, ex-secretário de Infraestrutura e Logística de Beto Richa, ex-governador tucano e seu cunhado. Em 2018, ambos foram alvo da Operação Rádio Patrulha, que investiga esquema de propina envolvendo empreiteiras com contratos de manutenção de estradas rurais.

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