Vaticano impõe restrições a não vacinados

Os não vacinados são os judeus de 2022. A história de horror e segregação protagonizada por Hitler está se repetindo e pasmem: As pessoas estão satisfeitas com as retaliações e restrições impostas àqueles que não aceitam serem usados como ratos de laboratórios.

O autoritarismo está crescendo no mundo e, hoje entendemos por que as pessoas se calaram frente as loucuras de Hitler e Stalin. Não se pronunciaram e nem foram as ruas contra as medidas draconianas impostas. Muito pelo contrário. Eles denunciavam os vizinhos como ‘bons cidadãos’ que eram.

Hoje descobrimos que há mais apoiadores inconscientes de políticas ditatoriais que podíamos imaginar. Pais impedidos de verem seus filhos por não estarem vacinados, pessoas agredidas em metrôs e comércios por não usarem máscaras e crianças se tornando propriedade estatal.

Assistimos pávidos o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, alegando que vai se ‘meter na vida’ dos cariocas por ‘amor’. Amor? Paes é conhecido por bebedeiras e rodas de samba em plena pandemia.

Ricardo Nunes e João Doria, prefeito e governador, do Estado de São Paulo, demitiram funcionários públicos comissionados que se recusaram a tomar o imunizante que não imuniza.

Mario Draghi, primeiro-ministro da Itália, fechou o cerco, e os não vacinados perderão o crédito universal, essencial para a sobrevivência de centenas de italianos, caso não se vacinem.

Agora o Vaticano fecha o cerco contra os não vacinados e determinou a apresentação do chamado “passaporte verde” ou passaporte sanitário, e o uso obrigatório de máscaras PFF2 em todos os ambientes fechados a visitantes e funcionários.

Além disso, o país suspendeu viagens de trabalho e estendeu a exigência do chamado “passe verde reforçado” (semelhante ao passaporte sanitário) para todos os visitantes dos museus, jardins e congressos realizados no Vaticano.

Segundo a normativa, colaboradores sem esse certificado “não poderão acessar o local de trabalho e serão considerados faltosos sem justificativa”, com a consequente suspensão do salário durante o período de ausência, ressaltou a Revista Oeste.

Caso o funcionário não se vacine, ficará sujeito a sanções disciplinares, informou nesta quinta-feira, 13, a Agenzia Nazionale Stampa Associata, um dos principais meios de comunicação da Itália.

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