Países da América do Sul vão aplicar outra vacina nos vacinados com coronavac

Países da América do Sul vão começar a aplicar uma dose de reforço aos vacinados com a CoronaVac, cuja a efetividade diminui consideravelmente passados seis meses sobre a primeira dose. O Brasil vai aplicar a terceira dose para os vacinados com a Coronavac ?

O governo do Chile começou a aplicar, a terceira dose naqueles que têm mais de 55 anos e que receberam a CoronaVac. O Uruguai já adotou o esquema de reforço.

Aplicação da terceira no Chile
Aplicação da terceira dose no Chile.

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou no dia 5 de agosto de 2021, que a nova política de reforço da vacinação contra a COVID-19 no país. Para os chilenos, a terceira dose da CoronaVac estará disponível para as pessoas com mais de 55 anos e que tenham recebido as duas doses da fórmula antes do final de março. Este grupo receberá como terceira dose uma aplicação da vacina AstraZeneca/Oxford, caso não tenham casos anteriores de trombose, segundo o Ministério da Saúde local.

Vale ressaltar, que pessoas com mais de 55 anos e imunossuprimidos deverão receber a fórmula da Pfizer/BioNTech. A CoronaVac foi aplicada em 90% dos vacinados do país.

O Uruguai também não ficou para trás, e anunciou que todos que receberam as duas doses da CoronaVac poderão ter uma dose de reforço da vacina da Pfizer contra covid-19. A medida vale para quem completou o esquema vacinal da CoronaVac há pelo menos 90 dias.

O Brasil vai aplicar a terceira dose para os vacinados com a Coronavac ?

Aplicação da Coronavac, no Estado de São Paulo.
Aplicação da Coronavac, no Estado de São Paulo.

Com pouco mais de 52 milhões de doses aplicadas (36% do total), a CoronaVac é a segunda vacina contra a covid-19 mais utilizada no Brasil, ela só fica atrás da AZD1222, com 68 milhões de unidades (48%).

A discussão sobre a necessidade de reforço, aumentou logo após a morte do ator Tarcísio Meira. O Ministério da Saúde deve iniciar um estudo nas próximas semanas, no qual avaliará a necessidade de uma terceira dose.

“A pesquisa, que será realizada em parceria com a Universidade de Oxford e deve começar em duas semanas, vai verificar a intercambialidade dessa vacina com outros imunizantes disponíveis para a população brasileira”.

assessoria de imprensa do ministério, em um esclarecimento feito pela BBC News Brasil.

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